Bolsista que é bolsista tem problema de grana. Se não tem não é bolsista.

Falta grana pra tudo! Passagem, xerox (cópias), livros, lanche…pesquisa… A falta de grana é inerente a sua condição: bolsista. Porque bolsista é bolsista porque não tem grana ou deveria ser assim.

Recentemente descobriram alguns bolsistas do PROUNI que tinha mais dinheiro que o Silvio Santos…se é que isso é possível. Como o MEC tem adotado novo método de pesquisa sobre a real condição dos usufrutários do benefício, esse tipo de “flagrante” tem sido comum. Recentemente a Comissão do PROUNI cancelou 1.766 bolsas de falsos bolsistas.

O fato é que não dá pra ver um bolsista do PROUNI com carro do ano zero km e nem com rendimentos de desembargador. Veja matéria da Gazeta do Sul aqui.

Muitos dos que fraudaram terão que devolver o dinheiro que indevidamente tomaram, o que nos faz acreditar em justiça. Veja a matéria.

A bolsa é para quem tem real direito, é pobre, estudou em escola pública e não possui meios de bancar uma universidade particular. Esse programa existe porque a disputa pelas universidades públicas é acirrada e os estudantes da rede pública não podem competir em igualdade de preparação com os ricos que cursam escolas particulares e têm dinheiro para fazer cursinhos intensivos para passarem. A luta é desigual com aqueles que trabalham e se esforçam para estudar. Sendo assim, a política do governo é gerar equilíbrio com oferta de bolsas, mas por mérito, porque pra conseguir a bolsa tem que ir bem no ENEM.

Logo, se você conhece alguém que é bolsista do PROUNI e tem vida de rei, denuncie ao MEC através de seu portal: http://www.mec.gov.br.

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