Reservei este espaço pra falar dos amigos de faculdade. A gente sempre acaba deixando de homenageá-los, mas são eles os que nos aturaram durante o tempo de estudo, que no meu caso, são cinco longos anos.

Os amigos de faculdade acabam por ser figuras que marcarão nossas vidas para sempre. Alguns queremos esquecer e não conseguimos, outros amamos muito, mas as correrias do dia-a-dia acabam por nos afastar por anos.

No início, todos os alunos que se encontram nos primeiros períodos estão na verdade estudando quem são as pessoas antes de se relacionar. Normal, já que muitas amizades acabam trazendo mais problemas do que outra coisa qualquer.

Há vários tipos de amizades na faculdade. Aquelas que são construídas pela necessidade de alguma das partes (pra fazer trabalhos ou “escorar” em quem faz, colar nas provas, responder chamada ou assinar presenças), por pura afinidade (olhei pra tua cara e gostei de você no primeiro dia), porque já conhecia e o laço aumentou, algumas já com interesse de “pegação”, e outras porque você está sozinho mesmo e não quer ser uma “ilha”. Por fim, não importando o motivo, os laços acabam se estreitando, não importando a razão pela qual a amizade começou.

Eu tive e tenho amizades que começaram por várias maneiras, menos pra colar em provas ou fazer trabalhos, porque não gosto de colar e não gosto de trabalhos em grupo. Na minha opinião os trabalhos em grupo na faculdade só servem a um propósito: facilitar a correção dos professores. No mais, o trabalho em grupo pra quem é casado, tem filhos, trabalha o dia inteiro e estuda à noite é convite para o aluno burlar o sistema ou se escorar em alguém. (Boa! Vou fazer uma enquete!)

Alguns amigos fiz e nunca mais vi. Foi o caso da viagem pra Brasília…Teve uma turma da PUC-Minas que achei um barato, ficamos de nos falar e nunca mais rolou…uma pena!

Mudei da Faculdade para uma Universidade…o primeiro dia foi hiper estranho, mas consegui me enturmar com algumas pessoas. Mas estava na minha terra…o povo do Rio de Janeiro é outro povo…amigo, receptivo e simpático, por isso, estar em casa é sempre bom.

Fiz amigos na faculdade em Minas dos quais não vou esquecer jamais: Jefferson, Sinai, Daniella, Fernanda, Flávia, Wágner e Sônia (esses são uma dupla mesmo…hehehe), Wellington, Euzane, D. Terezinha e Marcelinha… e tantos outros… Vocês fizeram a diferença em minha estada em BH…

O isolamento não funciona para o ser humano. Precisamos uns dos outros pra descobrirmos quem somos de verdade. Obrigado, amigos!

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