Dizem que o pior professor é aquele que se “acha” professor. Prefiro dizer que existem professores e educadores: os que ensinam algo que aprenderam e outros que educam e transformam pessoas através do conhecimento´.

Éramos pessoas de sorte, pois não faltavam educadores em nossa faculdade. Muitos desses educadores me marcariam pra sempre…

Entre estes destaco: Emília Catão: Brilhante, amável e desafiadora. Um mito para minha educação e conhecimento jurídico; Dante Caffagi: mestre na mais completa acepção da palavra; Ademar Moreira: inteligente, perspicaz e um militante do direito que desperta respeito; Marco Antônio de Souza: Figura de extrema complexidade e atenção; Thaís Câmara: muito amorosa e minha orientadora preferida para os artigos jurídicos e Direito de família; Ana Flávia Patrus: minha amada orientadora e crente de meus sonhos; Célio César Paduani: brilhante e amoroso professor que me ensinou a gostar de Direito Penal…

Apesar de destacar estes, minha lista é extensa…mas estes me marcaram pra sempre.

Outros e estes são raros, preferiram marcar de forma negativa… Apresentando um ensino baseado na seguinte máxima: “Quando eu era aluno me fizeram sofrer…agora é a minha vez…” Fraco pensamento de uma mente que poderia ser brilhante dado a formação, mas pobre na concepção do que chamamos de respeito e humanidade. Infelizmente pelo mundo afora existem muitos “professores” assim. Na Promove menos, mas ainda passaram alguns pelo crivo da seleção.

O professor é importante quando dele desabrocha um EDUCADOR. Analisando o que há de bom pelo que há de ruim, posso dizer que fui feliz pelos que estou tendo até agora, salvo raras exceções que nem carecem de comentários mais aprofundados.

Peço perdão, pois sei que alguns que possivelmente lerem este diário passem a acreditar que os esqueci…Mas se eles me educaram de verdade, sabem que isso não é verdade e que todos moram em meu coração…Alguns estão na cobertura, mas o “edifício a beira mar”…está lotado com vocês!!!

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